Amor da minha vida de download

Black Niggah – Dona da Minha Vida (feat. Skino & Tony Z) Admin Junho 4, 2019 Março 17, 2020 2019 baixar baixar mp3 baixar musica Black Niggah Dona da Minha Vida Download download mp3 Hip-Hop MP3 music nova Rap Revulution Studios Skino somusicanova Tony Z Ela guardará o grande segredo que envolve a trama de Amor à Vida, e será uma das poucas pessoas que sabe a verdade sobre o passado de Bruno (Malvino Salvador). Na novela Amor à Vida de Walcyr Carrasco, Elizabeth Savalla interpretará a Márcia, uma ex-dançarina que ganha a vida vendendo cachorro-quente em uma barraquinha. Amor da minha vida. Amor, como é doce o teu beijo! Acordar e sentir teu corpo junto ao meu… Que privilégio este que tantos outros gostariam de ter. Amor, o sonho perfeito já aconteceu. Estar contigo é uma alegria permanente, brincar de fazer amor… Vinho doce, uva nobre, mel puro, tua boca, teus beijos. Amor, tu és a melhor coisa que ... Tenho uma vontade imensa de falar contigo Acariciar teu rosto e pedir baixinho Não me abandones nunca amor de minha vida. INTRODUÇÃO Talvez até seja inútil este desejo que sinto por ti Eu já não suporto mais te esquecer não sou capaz Pois preciso de você. REFRÃO Eu já não suporto mais a ansiedade louca. Tenho uma vontade imensa de ... Aprenda a letra da música ‘O Amor da Minha Vida Sou Eu’ logo abaixo. Depois disso, você pode baixar a música ‘O Amor da Minha Vida Sou Eu’ no formato Mp3 direto em seu celular. Baixe a música ‘O Amor da Minha Vida Sou Eu’ através de links diretos para o seu celular ou computador. Meu Jesus, minha luz, minha vida, minha direção Minha porta aberta, minha salvação Tu és o grande amor da minha vida E sem você Jesus minha vida não é vida não Sem Jesus não sou ninguém, nada posso não Sem você vivo perdido, vivo sem razão E meu barco nunca chega ao cais. Nem que eu pudesse eu queria Te deixar E se eu quisesse não podia mais de Ti me separar Se não pertenço a ... O Musico Angolano Landrick Disponibiliza Hoje a Sua Nova Música Intitulada Amor da Minha vida . Artista: Landrick. Titulo: Amor Da Minha. Género: R&B. Tipo De Ficheiro: Mp3. Ano De Lançamento: 2018. DOWNLOAD MP3. Tags: ... Cor de Rosa Download Sisqo Tacerto Feat. Glass Gamboa & Pai de K Noxe ... Baixar Música O Grande Amor da Minha Vida – Convite de Casamento – Edson e Hudson Mp3 Direto no Celular Grátis. Download O Grande Amor da Minha Vida – Convite de Casamento – Edson e Hudson Mp3 grátis. Ouça, faça o download e aprenda a letra da música O Grande Amor da Minha Vida – Convite de Casamento – Edson e Hudson grátis. Bom dia, amor Amor da minha vida. Baixar imagem. Hoje eu acordei com vontade de te agradecer por ser o amor da minha vida e por me fazer tão feliz, apesar de te dizer isso todos os dias. Obrigada por sempre me fazer sorrir, por me tornar uma pessoa ainda melhor e por me ajudar e não me abandonar, mesmo com as minhas crises de ciúmes. ... Torrent Contents. Forro Da Malagueta - Amor da minha vida (2013) [[email protected]] 01 Amor da minha vida.mp3 7,833 KB; 02 Te dou amor.mp3 8,886 KB; 03 Eu te amei.mp3 7,856 KB; 04 Acabou diz que sim.mp3 7,306 KB; 05 Na cama eu fico louca.mp3 9,066 KB; 06 Frio da solidão.mp3 7,589 KB; 07 Eu te amo demais.mp3 7,301 KB; 08 Coração arrependido.mp3 7,928 KB; 09 Até amanhecer.mp3 6,674 KB

História de amor pique Sword Art Online

2020.08.14 04:26 polvilho_cool_ História de amor pique Sword Art Online

Bom dia, boa tarde, boa noite e um olá chamegoso para quem está lendo. O que você vai ler a seguir é uma coisa que aconteceu na minha vida de gamer mirim e foi retirada do meu twitter (porque fiz uma thread contando). Boa leitura :)
HinataDragon era uma pequeno otaku de catorze anos que se apaixonou por um anime chamado Sword Art Online. Após ter assistido aquele singelo anime, ficou encantado com o mundo dos games, porém seu pai que era dono do único computador da casa, não queria que ele baixasse algum jogo naquele pc que só tinha os seus humildes 4G de memória.
HinataDragon ficou desolado. Queria porque queria aproveitar a vida que os games poderiam te proporcionar. Nunca teve um vídeo game pra chamar de seu, e sempre se sentiu de fora dos termos gamers que via por aí.
Mas então, ele teve uma ideia.
Baixar um jogo escondido.
Mas é claro que seria difícil por conta da internet que era muito lenta e sempre roubavam os cabos de cobre da linha telefônica, deixando-o sem internet.
Mas não desistiu, e tentou baixar algum jogo mesmo assim.
Mas desistiu porque eram muitas horas de download e ele só tinha uma hora de computador por dia.
HinataDragon ficou desolado novamente. Começou a chorar pelos cantos e de tanto chorar, seu pai deu a autorização para que ele podesse baixar algum jogo.
HinataDragon ficou muito feliz e empolgado com aquilo, mas o que baixar? Não conhecia nenhum game que era parecido com SAO.
Foi aí que jogando Guitar Flash, ele viu um anúncio de um jogo que poderia aliviar esse fogo por mmorpg de anime dele.
O jogo se chamava Grand Fantasia.
E ele comemorou aquele achado jogando uma música do Slipknot no Guitar Flash.
No dia seguinte, já tratou de baixar aquele pequeno tesouro. A demora de mais de seis horas de download valeu muito a pena quando ele estava fazendo o seu primeiro personagem que se chamava HaruYukiDragon, mas a vida dessa personagem não durou muito porque HinataDragon não sabia como que jogava aquele estranho jogo. HaruYukiDragon era um mago que não teve sucesso.
Porém, HinataDragon queria magia. Por isso, fez outra personagem que se transformou numa belíssima Necromante que invocava mortos para auxiliar na sua jornada.
Porquê esse nome? Porque o cabelo da Necromante parecia o da Hinata de Naruto mesmo.
E porquê "dragon" era o sobrenome dessas personagens? Por conta de um colar que aquele pequeno jogador ganhou de seu crush da época.
Passado um tempo, na Península do Osso, lutando contra urubus, jaguatiricas e peixes bípedes, HinataDragon viu um jogador ao longe com problemas para matar um monstro raro.
HinataDragon foi correndo até ele e o ajudou a derrotar aquela besta fera. O jogador agradecido disse:
"Valeu "
"De nada " respondeu HinataDragon.
Mas mal sabia ele que esse jogador poderia mudar sua vida gamer para sempre.
No dia seguinte, quem estava em apuros era HinataDragon. Estava lutando contra o mesmo monstro que aquele jogador desconhecido teve problemas no dia anterior.
Mas antes mesmo de morrer, aquele pequeno jovem jogador veio do além e o ajudou a vencer a batalha.
"HINATADRAGON!! NOS ENCONTRAMOS NOVAMENTE!!"
"Qual a necessidade dele ter falado em caps lock?" pensou HinataDragon confuso.
"Ah Olá. Obg pela ajuda" respondeu HinataDragon.
"Tudo bem" respondeu aquele jogador misterioso. O que ele queria?
"Bom" disse HinataDragon por fim "eu tenho que completar algumas missões. Quer vir comigo?"
"Quero sim "
Então lá se foram aqueles dois jogadores (que não sabiam nada um sobre o outro) lutar com monstros que davam respawn a cada dois minutos.
HinataDragon influenciado pelo personagem Kirito, era um jogador solo. Não fazia questão de entrar em nenhuma guilda e não via vantagem em entrar em alguma também, mas o seu mais novo aliado, Tio Frank, fazia parte de uma.
"Você poderia sair da sua guilda e andar comigo" disse HinataDragon uma vez "poderíamos ser grandes jogadores juntos".
Ele teve essa ideia por conta do Kirito e da Asuna de SAO também.
"Não posso" respondeu Tio Frank "eu conheço a líder da guilda na vida real, ela iria ficar muito zangada comigo".
"E daí? É só um jogo".
"Eu acho que não seria uma boa ideia. Não quero ficar mal com ela".
"Ok..."
HinataDragon estava desolado (mais uma vez). Era primeira vez que fazia uma amizade dentro de um jogo, queria aproveitar isso ao máximo.
O tempo se passou, e os dois foram upando aos poucos, mas HinataDragon estava cada vez mais íntimo daquele avatar vestido de cavalheiro.
Ninguém falava de suas vidas reais no jogo e era melhor assim, mas com o tempo, Tio Frank queria saber mais sobre HinataDragon. HinataDragon que já tinha um histórico meio ruim com estranhos na internet, ficou com receio de expor essas coisas e aproveitava essa curiosidade para upar mais que o seu companheiro.
"Se matarmos o Xerxes no Platô Belcar, eu revelo algumas coisas sobre mim".
Xerxes era um monstro de guilda que dropava itens que eram necessários para HinataDragon, e lá foram eles para o Platô Belcar para matar aquele monstro de nível 34.
Mas era claro que não iriam obter sucesso naquela missão. HinataDragon sabia que matar esses tipo de boss era algo muito difícil pra somente dois jogadores conseguirem. E além do mais, eles não eram de níveis que poderiam ter alguma chance contra Xerxes.
No fim, perderam a batalha e Tio Frank não teve suas respostas. Ponto para HinataDragon que tinha planejado aquela derrota para não revelar coisas sobre sua vida ao seu companheiro.
O tempo passou, e nem sempre Tio Frank aparecia para se unir a aventura de HinataDragon pelos reinos de Kaslow. HinataDragon estava ficando cada vez mais forte fazendo pequenas missões e ganhando ouro dos NPC que encontrava pelo seu caminho.
Um dia nas Montanhas Perdidas, Tio Frank resolveu aparecer de surpresa. HinataDragon ficou espantado com o retorno do amigo que disse:
"Eu peguei virose, não estava com forças nem pra entrar no jogo".
HinataDragon achou aquela uma resposta plausível, mas não esperava que o seu companheiro poderia fazer uma proposta.
"Hey... Hinata... Você sabe que as pessoas podem ser namorados no jogo não sabe?"
E era verdade, no jogo tinha como namorar pessoas pra ganhar mais experiência e prêmios diferentes. Mas HinataDragon não queria se comprometer com ele dessa forma e então, lembrando do convite para serem uma dupla imbatível, propôs:
"Se você se juntar comigo nessa jornada e sair da sua guilda, eu aceito".
Tio Frank tentou argumentar, mas estava se apaixonando cada vez mais por aquele avatar de necromante de Hinata, e disse:
"Então olhe acima do meu nome".
(A nome da guilda ficava acima do nome do jogador)
E foi então que HinataDragon viu aquele nome esquisito da guilda de Tio Frank sumir.
HinataDragon ficou muito feliz que agora poderia viver o que queria, ser um grande jogador junto com alguém que também era um grande jogador, mas como promessa é dívida...
"Vamos a Ilha Angoya, quero que esse momento seja especial" disse Tio Frank.
A Ilha Angoya era uma ilha onde aconteciam os casamentos dos jogadores que eram namorados e tinham ouro o suficiente pra pagar por uma festa (que era muito caro).
Chegando na ilha, Tio Frank levou HinataDragon para uma praia. Era bem na hora do pôr do sol (os dias decorriam no jogo, então anoitecia e amanhecia) o que deu o maior clima para os dois avatares.
Tio Frank retirou seus equipamentos e armadura e entrou na água, enquanto HinataDragon entrou no mar de roupa mesmo.
"Porque você não tirou suas roupas?" perguntou Tio Frank.
"Porque elas não molham no jogo ué" respondeu HinataDragon.
"Bom, eu sei que pode parecer estranho, mas eu acho que estou gostando de você. E eu nunca senti isso por ninguém antes" declarou Tio Frank.
"Mas nós nem nos conhecemos".
"Eu sei, e mesmo assim, acho que é genuíno isso que sinto".
"Tio Frank..."
Então apareceu na tela de HinataDragon a seguinte coisa:
"Tio Frank declarou o seu amor a você. Aceita?"
HinataDragon não queria que eles se tornassem mais do que amigos de jornada por Kaslow, então, acaba recusando.
"Mas você prometeu!! Eu saí da minha guilda por você !!".
"Eu sei... Mas... Não quero isso sabe? Só quero uma amizade com alguém legal no jogo e matar monstros de boas..."
"ENTÃO PROCURE POR OUTRA PESSOA!!!"
Tio Frank sai da água que não molha e coloca sua armadura. Pega a sua montaria "Oração do vento" (que é tipo um avestruz) e vai embora da praia deixando HinataDragon sem o seu único amigo do jogo.
O tempo passa, e nada do retorno de Tio Frank. HinataDragon estava entediado, era chato realizar as missões sozinho.
Então resolveu pedir perdão ao ex companheiro de missão escrevendo uma carta:
"Dscp por aquilo. Podemos voltar a ser amigos?"
"só se vc aceitar namorar comigo. É só no jogo, não vou tentar nada além disso"
"Ok... Onde você está?"
"Em Jale"
"Já estou indo"
Chegando em Jale, HinataDragon achou Tio Frank no portal de teleporte.
"Tio Frank declarou seu amor por você. Aceita?"
HinataDragon hesita, mas aperta no botão que dizia:
"Sim"
"COMO O AMOR É LINDO mais 5% de exp quando o jogador está do lado do amor"
Esse era o status que apareceu abaixo do nome de HinataDragon que se arrependeu na hora de ter aceito.
HinataDragon não quis mesmo aquilo e já foi procurando algum jeito de poder acabar com essa situação, e dois minutos depois o status mudou para "maldição do coração partido: o jogador não pode aceitar uma declaração de outro jogador por 24 horas"
"Mas Hinata..." falou Tio Frank "porque fez isso??"
"Eu não quero isso!"
E sumiu no portal de teleporte.
HinataDragon perdeu seu amigo. Após o que houve, Tio Frank nunca mais apareceu no jogo.
HinataDragon após alguns meses jogando Grand Fantasia sozinho, começou a enjoar e deixou o jogo de lado.
E nunca mais eles se encontraram de novo.
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2020.03.30 00:53 Guiacauan União faz a força - Vamos nos unir

Oi amores que estão vindo aqui só pra largar um link e deitar o pelo com esperança de ganhar 2-3 downloads a mais no seu projeto de podcast.
Que tal nós todos usarmos esse sub como uma plataforma para nos unirmos, trocarmos experiências e tentar todo mundo crescer junto?
A mídia está praticamente inexplorada no BR ainda, não tem receita de bolo, e redditors em geral, são sempre tão "resourceful", que podemos trocar experiência e fazer todo mundo ter um resultado mais legal.
Enfim, nos states os Pods que mais bombam, bombam pq compartilham audiência, patrocínadores, e puxam uns aos outros vide JRE, TFATK, KATS e uma infinidade de outros.
Por exemplo, um brother meu americano que me convenceu a iniciar meu podcast, usou o youtube como base pra lançamento do dele, a monetização do youtube pagou as contas dos equipamentos iniciais e foi indo assim.
Agora o YT é mais complicado, precisa de 1000 inscritos e 4000 horas assistidas, mas é aquilo, meu podcast tem em torno de 20-30 hrs assistidas por capítulo no youtube, + em torno de 2-5 hrs por clipes que seleciono de "melhores momentos", o que já tá bem legal pro primeiro mês.
Além disso, eu faço algumas lives no face, posto clipes do podcast no face, e posto clipes do podcast no instagram.
Um lance imbecil, que já abre portas pra todo mundo, pega a página do face do podcast, entra na do amiguinho que tbm faz podcast e convida teus amigos do face à curtir.
é uma ação que custa segundos da tua vida, e pode render um público 100% novo pro podcast do amiguinho. Isso tem um valor tremendo, pq por exemplo, eu to bombardeando meus amigos de todas as redes sociais, com material do meu podcast, sobre podcasts, que podcasts são tri, e afins, dos meus 1000 amigos no face, pelo menos 5 já vão tá com sede por podcasts (pq vcs sabem como é, quando tu começa a ouvir podcasts, tu escuta 3-4 por dia kkkk)
E além disso, uso o Podbean como host, e largo todos os episódios no Google Podcasts, Deezer (em especial caminhoneiro usa mto), spotify, onde fico com em 15-30 downloads por episódio.
Enfim, resultados absolutamente iniciais, e tenho certeza que conforme não só minha divulgação melhorar, como também a qualidade do material melhorar (pois escolhi um caminho difícil que é fazer a gravação 100% ao vivo, o que exige mta pesquisa da minha parte e da minha esposa, e também muita experiência que ainda não tenho hahahha).
Mas enfim, vamos nos unir, juntar forças e fazer todo mundo bombar, tem espaço pra todo mundo nessa mídia, essa é a principal graça. Vamos fazer esse sub ser top pra isso.
Quem quiser eu to a disposição e faço questão de ajudar de qualquer maneira que eu possa. Bjo!
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2019.10.31 04:11 DD_Power O paradoxo do Linux: nossos pais, tios e avós são perfeitamente capazes de usar o Linux para as suas necessidades logo de cara. Nós, que viramos o Windows do avesso, não.

Testei o Mint, e desde ontem estou com o Zorin OS 15 na minha máquina, e me surpreendi com o quão fáceis de instalar e de usar eles são. Eles pegam o usuário pela mãozinha e configuram praticamente tudo automaticamente, num processo super tranquilo, talvez até mais intuitivo que no Windows. Ambas as distros vieram com programas pré-instalados, como o Firefox e suítes de aplicativos de escritório (Office), editores de imagem, etc. Surpreendentemente amigáveis, bem diferente do que costumava ser no passado.
Mas eis que você começa a querer fazer algo além de navegar na internet ou usar aplicativos básicos, e aí começam as dores de cabeça. Tudo bem, algumas coisinhas são apenas questão de costume; é de se esperar que em alguns aspectos ele difira bastante do Windows, problema nenhum nisso. O foda é que tem coisa que pelo amor de Deus, é inadmissível que um troço desses exista em pleno ano do senhor Jesus Cristo de 2019! Por exemplo, entro na minha conta do Gog (pra quem não conhece, é uma loja de jogos, como o Steam ou Nuuvem) e na minha lista de jogos, seleciono aqueles que rodam em Linux e faço o download da instalação, que vem em um arquivo '.sh'. Terminado o download, clico duas vezes sobre o arquivo para executá-lo, e ao invés de iniciar a instalação, o sistema me abre um editor de texto escroto cheio de linhas de código que não significam nada pra mim, que estou com a pretensão de trocar o Windows pelo Linux pela primeira vez na vida. Pesquiso no Google e descubro que existem diferentes formas de se executar o arquivo. A primeira diz que você deve clicar com o botão direito do mouse sobre o arquivo, clicar em "propriedades", abrir a aba "permissões" na tela que acabou de abrir, e marcar a opção "permitir a execução do arquivo como programa". Legal. Não deveria ser assim, mas se é, pelo menos não é nada difícil. Fiz isso e... continua não funcionando, então vamos para a segunda opção. A segunda opção consiste em abrir uma coisa chamada "terminal", onde eu supostamente preciso escrever códigos específicos pra realizar uma tarefa que exigira um simples clique duplo sobre um arquivo no Windows. WHAT THE FUCK.
Tirando o fato de que eu continuo não conseguindo rodar os jogos do Gog, o simples fato de eu ter que escrever códigos pra realizar uma tarefa extremamente simples é simplesmente inaceitável!
Então me deparo com esse paradoxo: um sistema operacional que minha mãe completamente leiga pode usar sem qualquer dificuldade, enquanto eu, que supostamente sou o "entendedor de computador da família", não posso.
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2017.11.01 18:01 pedrothegrey Blues in Green em uma quarta-feira chuvosa

I.
Arthur tinha tomado café da manhã às pressas. Esquentou a água sem o açúcar e só percebeu quando engoliu o café com a cara de quem tinha mordido uma acerola bem verde. Caminhou até o ponto de ônibus e parecia que iria chover. Colocou seu MP3 S1 fixado no encaixe de cinto da sua calça e mexeu no fone de ouvido até achar a posição certa para fazê-lo funcionar. Mau contato. Havia comprado esse novo modelo com 512MB e receava molhá-lo. Dois dias atrás tinha deixado na lista de downloads do LimeWire um albúm de Jazz, “A Kind of Blue” e finalmente poderia escutá-lo. Trazia também “Feel Good Inc.” e outras duas mais do Gorillaz, uma tal “B.Y.O.B.”, mas achou muito agitada para uma manhã tão calma, “Ace of Spades”, “Cowboys from Hell” e “I Love Rock n’ Roll” do jogo que havia comprado recentemente, Guitar Hero. Era tudo que tinha pois seu MP3 antigo só suportava 128MB e ainda não tinha tido tempo de baixar tudo que queria.
Entrou no ônibus e pagou a passagem, R$ 1,35. Se incomodava sempre com os 35, pois era inconveniente carregar uma moeda de 25 centavos, uma de 10 e uma nota de um real, com seu beija-flor verde. De todo modo, porquê não R$ 1,25? Arthur se sentou e tentou ajustar o fone, que agora foi tirado do preciso milímetro que o deixava funcionando. Ouve-se, alto, “Hello Moto!” e em seguida um alarme com música eletrônica. No banco ao seu lado, um homem revira os bolsos e pega seu Motorola V3. Olha pelo visor, revira os olhos, respira fundo e abre o aparelho. “Alô? Oi, amor. Não, estou no ônibus, pode falar. Uhum, sei... Mas é o... não? Ah, ela fez isso de novo? Vou te dizer, essa menina não tem jeito. Por mim eu a deixava sozinha, sabe? Ela tem 18 anos, ajuntada com aquele homem que não faz nada pra ninguém. Pois é. Aham. Exatamente, ele não trabalha e... É. Nem gasta tempo com isso, sabe? É gastar energia... isso, é gastar energia à toa. Querida, eu preciso desligar porquê meus créditos vão acabar. Se eu puder te mando um SMS quando chegar. Tá bom, beijos.”
Depois dessa conversa apaixonada, Arthur finalmente consegue ajustar seu fone de ouvido, Blues in Green numa quarta-feira chuvosa. Deus, que coisa boa. O ônibus passa por toda sorte de estradas esburacadas, rios espumantes e pela refinaria de petróleo, com suas torres eternamente em chamas, enrusbescendo o céu noturno. Mas não era noite. Arthur havia chegado na Universidade e chovia fino. Uma brisa leve carregava as gotinhas gentis para seus óculos. Sentou na cantina e pediu um café e um pão com manteiga, 25 centavos. Um par de mãos oculta seus olhos.
— Adivinha quem é. - Disse uma voz feminina.
— Camila? - Arthur respondeu, rindo.
— Idiota. - Ela riu uma risada com gosto de Blues in Green numa quarta-feira chuvosa.
— É brincadeira. - E a beijou.
— Sentiu minha falta?
— É claro, sempre sinto.
— Mesmo quando a gente se fala pelo MSN?
— Especialmente nesses dias.
— Deixa eu ver o MP3 novo. - E o mostrou a ela.
— 512 megas? Não sei nem o que colocar aí dentro. - Ela disse.
— Pois é. Eu também estou perdido, acabei baixando algumas coisas novas, mas nem tenho espaço no computador de casa para tanta música.
— Isso porque você ocupa a máquina com seus joguinhos.
— Half Life não é um joguinho, Jéssica. É um marco.
— Eu acho que é um joguinho.
— Você deve ter razão.
— Sempre tenho.
Saíram da lanchonete e entraram no prédio da Universidade. Se despediram com um longo beijo. Jéssica seguiu para sua aula de 8:30h no 9º andar. Arthur parou na sacada do 3º andar e acendeu um cigarro. Observou os pássaros indo e vindo, os carros que saiam de uma pista de via dupla para uma via de quatro pistas e a fumaça do cigarro. Havia já uma semana que alguns cursos da Universidade estavam parados, incluindo o dele. Greve. Por sorte, Jéssica continuava tendo suas aulas. Ele não podia trabalhar pois o curso poderia voltar a qualquer momento e os horários jamais o deixariam ter um emprego fixo. Essa era a terceira greve do ano. Jéssica ainda não sabia da decisão de Arthur quando ele se encaminhou para a secretaria e pediu, mais tarde naquele dia, o cancelamento da sua matrícula.
II.
O dia anterior, uma terça-feira, foi feriado nacional. Caterine e Umberto, pais de Arthur, faziam planos de alterar o jardim. Queriam comprar vigas de eucalipto tratado e construir um tipo de portal extenso, que seria coberto de uma tela aonde se plantaria maracujá ou bougainville. Não era uma má ideia, mas Umberto detestava gastar os feriados trabalhando. Pela velha tirania de ímpeto conjugal, Caterine o convence a ir comprar a madeira. Ele pede para que Arthur o acompanhe e assim ele o faz. Depois de alguns minutos de um silêncio desconfortável no carro, eles chegam a madeireira. Umberto faz toda sorte de perguntas à vendedora, que o recebe com uma simpatia destoante de estar trabalhando no feriado. Ela diz o preço, R$ 60 por nove vigas de um metro e sessenta de altura. Umberto se interessa e segue para o estoque para conferir os eucaliptos, mas vê de imediato que são pequenos demais para o que quer. Desiste da compra, com um sorriso no rosto. Voltam para casa e contam toda a história para Caterine, que desconfia da boa vontade dos dois.
Mais cedo naquele dia, Jéssica havia chamado Arthur para que a fosse visitar, tomar café e ver um filme novo que havia alugado, “Lord of War” com Nicolas Cage. Ela morava a bons dez ou quinze quilômetros de Arthur. Umberto estava sentado na sala, vendo o resultado dos jogos de futebol.
— Ei, pai. Será que eu posso pegar cinco reais para abastecer o carro e sair com a Jéssica? - Arthur perguntou.
— Hm... - E olhou para ele.
Se levantou e foi para a varanda, onde acendeu um cigarro. Por alguns segundos, Arthur achou que ele havia o esquecido. Quando pensou em perguntar de novo, Umberto o olhou nos olhos.
— Olha, eu não tenho como sustentar você, o carro e a garota. A gente tá apertado e você sabe disso.
— Tudo bem, só perguntei mesmo.
— Quando você trabalhar você vai...
— Eu entendi, tá tudo bem.
— Me escuta.
— Não precisa.
— Ah, então que se... - e xingou.
Arthur procurou pelo seu quarto, na sala e na cozinha por todas as moedas que conseguia encontrar. Achou um total de 80 centavos. Ainda não dava para pagar as duas passagens, muito menos abastecer o carro. No computador de Jéssica, um pop-up: “Arthur s2 está online”. “Estou indo, mas vou demorar um pouco.” ele escreveu. E saiu de casa a pé.
Alguns quilômetros depois, cansado, parou e se sentou num banco. Acendeu um cigarro que havia pegado de Umberto à noite. Ele havia parado na frente do edifício do escritório, seu novo emprego. Tinha mandado o curriculum para lá há um mês e o aceitaram como qualquer-coisa-junior. Tinha a impressão de ser sua carta de alforria. Ninguém sabia, nem mesmo Jéssica. Deu uma última tragada e tomou coragem para continuar a caminhada.
III.
Passaram-se dois meses. Era aniversário de Caterine e a família de Arthur iria se reunir. Estava quente, seco e os olhos de Arthur ardiam. Havia se mudado há duas semanas e meia. Sua casa só tinha uma televisão de 29 polegadas em cima de um banquinho de plástico, uma geladeira, cama, fogão e a mesa do computador. Saiu de casa com o estômago embrulhado. No seu computador, pairava uma mensagem de Jéssica: “Tá aí? Podemos conversar?”. Saiu de casa depressa, como se pudesse fugir da situação.
Chegou na festa. Faziam churrasco e a fumaça nublava o ambiente. Música alta e conversas. Tinham por volta de 10 adultos, mais Umberto e Caterine e umas cinco ou seis crianças correndo sem parar. Arthur deu um beijo na mãe e seu presente. Sentou-se, comeu e conversou todos os típicos papos de famílias que só se veem duas vezes por ano. Foi buscar água dentro de casa, Umberto o acompanhou.
— E aí? Como está indo no emprego? - Perguntou Umberto.
— Indo. Nada de novo.
— E a casa? Conseguiu resolver a documentação?
— Amanhã eu vou terminar.
— E a Jéssica? Tudo bem? Porquê ela não veio?
— Não sei.
— Vocês estão...
— Eu não sei.
— Ela deve ter ficado chateada porquê você largou tudo.
— Duvido.
— Vocês começaram a brigar depois disso, não foi?
— Não.
— Bom, ela deve ter ficado chateada por isso.
— É você que está incomodado com isso.
— Eu sempre achei que você poderia fazer coisa melhor.
— Eu também.
— E porquê você não estudou para aquele concurso?
— Não sei.
— Seu problema é só preguiça. Você tinha o mundo nas mãos.
— Eu ainda posso tentar fazer um concurso.
— Você vai mesmo?
— Não sei.
— Imaginei que não.
A noite chega e Arthur segue para casa. Senta-se na cadeira do computador e mexe o mouse. O monitor de tubo faz estática na tela e o desktop começa a ganhar vida. Quinze mensagens de Jéssica, todas muito grandes. Ele não lê. Segue direto para o banho e depois deita na cama, virado para a parede. Sentia um formigamento na barriga que ia ficando cada vez mais forte, até se tornar dor. Seu coração palpitava cada vez mais forte enquanto sua mente tentava não pensar em tudo aquilo. Nas mensagens e nas decepções... Ele tentava esquecer. Tentava lembrar das músicas novas que havia baixado e dos filmes que iriam lançar no ano seguinte. Mas os filmes ele veria com ela. Não tinha importância, ainda teria lugares para ir, coisas para ser. Ele poderia trabalhar ainda mais longe da família. E esqueceu do seu esforço para esquecer. "E se acabasse? E se ela realmente me deixasse? Não, isso não vai... Vamos conversar e resolver isso. Mas e se realmente... Não, ela só quer conversar mesmo. Nós vamos conversar e ir ao cinema depois. Mas...".
A garganta de Arthur dói, seus olhos ardem. Ele continua olhando para a parede tentando não pensar em nada. Um barulho na porta. Arthur respira, se levanta da cama e tenta não desabar. Encosta, tremendo, na maçaneta e abre a porta. Não era nada. Ele inventou esse barulho na sua cabeça. As dores vão embora mas Arthur continua a tremer. Ele ri da sua situação. Se deita novamente, olhando para a parede. Um barulho de pop-up (o barulho personalizado de Jéssica). As dores voltam lentamente. Deitado de bruços, ouve seu coração batendo como se fosse o de um touro. Sua respiração indo e vindo sem qualquer padrão, enchendo seus pulmões com lufadas de ar irregulares. Pulmão lhe fez lembrar de fumar. Acendeu um cigarro perto da janela. Tragou fundo e sentiu suas pernas fracas e a cabeça pesada, como se fosse o primeiro cigarro. Questionou se era efeito da nicotina. De repente, um novo barulho na porta. Toc toc toc. Com um cigarro aceso na boca, a fumaça lhe queimando os olhos e provocando lágrimas, ele abre a porta.
— Arthur... Precisamos conversar.
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